
Desde o Antigo Testamento, Deus nunca deixou de providenciar líderes a seu povo, revestindo-os com Sua força e constituindo alguns como Sacerdotes. Assim aconteceu com Aarão e seus filhos.
Esse sacerdócio era uma prefiguração do Sacerdócio definitivo na Nova
Aliança realizada no Sangue de Cristo. Nela, Jesus é o Único e Eterno
Sacerdote que se oferece ao Pai de uma vez por todas pela salvação.
Cristo escolhe bondosamente homens que tomem parte no Seu Sacerdócio. Os
primeiros escolhidos foram os Doze Apóstolos que pela imposição das
mãos, comunicaram esse sublime mistério a seus sucessores, de modo que a
mesma graça concedida a eles continuasse sempre presente na Igreja.
“O Sacerdote é considerado o homem de Deus. É um ser Humano que emprega
a vida para dar culto a Deus, buscar a Deus, estudar Deus, conversar
com Deus, falar em Deus, sentir Deus. É o homem religioso; é o homem
sagrado. É o intermediário entre Deus e os homens; é a ponte: representa
Deus aos olhos dos homens e os homens aos olhos de Deus” (Paulo VI).
O Sacerdote é a presença viva de Cristo na Igreja. Ele age
“na presença de Cristo”, ou seja, através dele, Cristo continua a
santificar, governar e ensinar seus fiéis a se entregar ao Pai, tomando
presente no “hoje” da história seu Sacrifício Redentor.
Mesmo revestido de tão Grande dignidade, o Sacerdote é uma pessoa humana
como as outras, sujeito a falhas e imperfeições. Aí se percebe que o
Sacerdócio não é merecimento de ninguém, mas piro Dom definitivo.
Manifesta-se assim a grandiosidade do poder de Deus, pois todo o bem
realizado pelo sacerdote não vem dele próprio, e sim do Senhor.
O sacerdócio é, pois, dom e mistério, como nos dizia o Papa João
Paulo II. Dom imerecido por quem quer que seja devido ao mistério que o
envolve: um simples homem ser o representante de Deus Altíssimo e agir
com Sua autoridade, a ponto de Cristo declarar. “Quem vos recebe, a mim
recebe” (Mt 10,40).
Como chamou os Apóstolos, Jesus
continuou a chamar outros durante toda a história da Igreja para que
fossem “pescadores de Homens” (cf. Mc 1,17) e ainda na atualidade não Se
cansa de dirigir Seu suave, e ao mesmo tempo, forte convite: “Vem e
segue-me”. Ele chama aqueles que Ele quer (cf. Mc 3,13). Mas dos que
chama espera sempre uma resposta. Muitos dizem sim como Maria, os
primeiros discípulos, os Santos; outros, infelizmente, obstinam-se em se
negar ao Serviço do Senhor.
Amigo leitor, quem
sabe esteja querendo algum membro de sua família, um amigo seu, ou até
você mesmo entre as fileiras dos ministros de Cristo... É uma grande
missão. Contudo, o que importa é confiar em Deus e fazer como os
primeiros Apóstolos que “... imediatamente deixando as redes, o
seguiram” (Mc 1,18).
Da Redação
Muito bom o artigo, parabéns meu caro!! Não canse de levar a Evangelização!!
ResponderExcluirObrigado Irmão, Deus sempre em 1a Lugar.
ResponderExcluirQualquer noticia Religiosa por ai mande pra car.
jardeloliveira2013@hotmail.com